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  • Mari Suter

Inovação

Não é tendência. Nem questão de liderança de mercado, mas de sobrevivência.

Somente aqueles que conseguirem encarar as mudanças de paradigma — e as tendo observado, agir — terão sucesso no futuro que se aproxima cada vez mais rapidamente. Quer saber quem faz isso? Marcas e pessoas que nos fazem ver o futuro, moldando-o. Mostrando que a geometria da vez é o círculo. Ou melhor, a espiral.

Por aqui a opção “repeat” mostra que nós somos a tecnologia e ela é um reflexo de quem somos.

Não à toa, a profusão de plataformas: é a importância da conexão, que se reafirma como mecanismo de “check and balance” dos avanços tecnológicos. Amazon, Tesla, Uber, SpaceX, Netflix, Airbnb, Yellow — são o “entre”, o espaço de respiro, a roda que gera movimento.


Nossa percepção é a de que as revoluções da tecnologia são inevitáveis,

mas há de se estabelecer um ponto de encontro entre as ferramentas e quem usufrui delas — um lembrete constante de que somos nós quem idealizamos e produzimos essas inovações, e que portanto elas devem servir para tornar nossas vidas melhores. Esse limiar é tênue, e por isso cabe o cuidado.


Das mudanças que nos cercam, 3 são claras: a manufatura aditiva, a realidade virtual e a robótica. A primeira trata da prototipagem customizada, da capacidade de nos enxergar como indivíduos em um contexto massificado; a segunda nos fala da capacidade de pesquisa e de simulação do futuro para prever cenários e nos proteger com medidas cautelares; por último a famosa automação que nos dá a internet das coisas, a possibilidade de cobertura dos subempregos pelo empoderamento das pessoas através do conhecimento.


Mas se a gente inverte o binóculo, no primeiro caso vemos a chance de reduzirmos nossas atividades a temas que já conhecemos, perdendo a riqueza da diversidade; no segundo, a previsibilidade sem limites faz da vida um filme da Sessão da Tarde, com cenas e falas que sabemos de cor; em última instância, a substituição de tarefas por máquinas sem uma justa redistribuição de oportunidades pode ampliar ainda mais os níveis de desigualdade social por todo o mundo.


Longe de querer criar pânico, ou de conter os avanços que se apresentam, o intuito dessa publicação é o de reafirmar os valores humanistas que norteiam ou deveriam nortear a verdadeira Inovação. Os textos aqui gerados servem de marcadores, de apontamentos de que O Futuro É Feito À Mão.

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